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 Juniores: Sporting, 0 - Benfica, 0

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condemontanelas
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MensagemAssunto: Juniores: Sporting, 0 - Benfica, 0   Sab Nov 13, 2010 12:33 pm

O Sporting não foi além de um empate na recepção ao Benfica (0-0), numa partida em que não conseguiu transformar em golo as oportunidades criadas.

O Sporting começou a partida imprimindo um ritmo forte na circulação da bola entre os sectores, embora a primeira grande oportunidade para marcar tenha surgido de uma bola parada, quando José Lopes transformou rapidamente um livre lateral, isolando Armindo Bangna que, frente ao guarda-redes contrário, não conseguiu colocar a bola dentro da baliza.
João Mário (20 m), e na sua segunda tentativa de fora da área, remata forte e ao ângulo, mas o Ederson Morais conseguiu desviar para a barra e manter o nulo inicial. O Sporting atravessava o seu melhor momento na primeira parte, com vários cantos e cruzamentos para a área, perante um adversário que se limitava a defender e a chutar a bola para longe. Alberto Coelho, aos 25 minutos, ficou a centímetros de distância do passe de João Mário, quando o avançado apareceu solto no segundo poste. Depois de meia-hora de intensa pressão, o Benfica conseguiu reagir e entrar duas vezes a grande área, mas Luís Ribeiro travou os intentos adversários, com o resultado a não sofrer alteração até ao intervalo.
No regresso dos balneários, o adversário voltou mais acutilante em termos ofensivos, com vários remates ao lado da baliza «leonina», mas o Sporting foi lesto a reagir e a voltar a dominar a bola e a controlar o jogo. José Lopes, aos 59 minutos, apareceu solto, após pontapé de canto, e cabeceou cruzado com a bola a passar a centímetros do poste direito. O jogo baixou então de ritmo, com muitas bolas perdidas a meio-campo, mas sempre com o Sporting a procurar jogar de forma organizada e o adversário a tentar responder em contra-ataque. Aos 75 minutos, o guarda-redes benfiquista transformou um livre indirecto, a punir um fora-de-jogo «verde e branco», que entrou na baliza de Luís Ribeiro, mas, como mandam as regras, o golo não foi validado pois a bola não tocou em ninguém na sua trajectória. Este lance teve o condão de voltar a animar a partida, em que árbitro usou sempre um critério demasiado largo na apreciação dos lances, e Agostinho Cá a estar muito perto do golo aos 79 minutos, mas o seu forte remate de fora da área voltou a ser defendido pelo guardião encarnado.
Até ao final, o Sporting tentou tudo para entrar na área contrária, acabando em 4x2x4, perante um adversário cada vez mais recolhido defensivamente e preocupado na obtenção do ponto.



O Sporting não foi além de um empate na recepção ao Benfica (0-0), numa partida em que não conseguiu transformar em golo as oportunidades criadas.

O Sporting começou a partida imprimindo um ritmo forte na circulação da bola entre os sectores, embora a primeira grande oportunidade para marcar tenha surgido de uma bola parada, quando José Lopes transformou rapidamente um livre lateral, isolando Armindo Bangna que, frente ao guarda-redes contrário, não conseguiu colocar a bola dentro da baliza.
João Mário (20 m), e na sua segunda tentativa de fora da área, remata forte e ao ângulo, mas o Ederson Morais conseguiu desviar para a barra e manter o nulo inicial. O Sporting atravessava o seu melhor momento na primeira parte, com vários cantos e cruzamentos para a área, perante um adversário que se limitava a defender e a chutar a bola para longe. Alberto Coelho, aos 25 minutos, ficou a centímetros de distância do passe de João Mário, quando o avançado apareceu solto no segundo poste. Depois de meia-hora de intensa pressão, o Benfica conseguiu reagir e entrar duas vezes a grande área, mas Luís Ribeiro travou os intentos adversários, com o resultado a não sofrer alteração até ao intervalo.
No regresso dos balneários, o adversário voltou mais acutilante em termos ofensivos, com vários remates ao lado da baliza «leonina», mas o Sporting foi lesto a reagir e a voltar a dominar a bola e a controlar o jogo. José Lopes, aos 59 minutos, apareceu solto, após pontapé de canto, e cabeceou cruzado com a bola a passar a centímetros do poste direito. O jogo baixou então de ritmo, com muitas bolas perdidas a meio-campo, mas sempre com o Sporting a procurar jogar de forma organizada e o adversário a tentar responder em contra-ataque. Aos 75 minutos, o guarda-redes benfiquista transformou um livre indirecto, a punir um fora-de-jogo «verde e branco», que entrou na baliza de Luís Ribeiro, mas, como mandam as regras, o golo não foi validado pois a bola não tocou em ninguém na sua trajectória. Este lance teve o condão de voltar a animar a partida, em que árbitro usou sempre um critério demasiado largo na apreciação dos lances, e Agostinho Cá a estar muito perto do golo aos 79 minutos, mas o seu forte remate de fora da área voltou a ser defendido pelo guardião encarnado.
Até ao final, o Sporting tentou tudo para entrar na área contrária, acabando em 4x2x4, perante um adversário cada vez mais recolhido defensivamente e preocupado na obtenção do ponto.



O Sporting não foi além de um empate na recepção ao Benfica (0-0), numa partida em que não conseguiu transformar em golo as oportunidades criadas.

O Sporting começou a partida imprimindo um ritmo forte na circulação da bola entre os sectores, embora a primeira grande oportunidade para marcar tenha surgido de uma bola parada, quando José Lopes transformou rapidamente um livre lateral, isolando Armindo Bangna que, frente ao guarda-redes contrário, não conseguiu colocar a bola dentro da baliza.
João Mário (20 m), e na sua segunda tentativa de fora da área, remata forte e ao ângulo, mas o Ederson Morais conseguiu desviar para a barra e manter o nulo inicial. O Sporting atravessava o seu melhor momento na primeira parte, com vários cantos e cruzamentos para a área, perante um adversário que se limitava a defender e a chutar a bola para longe. Alberto Coelho, aos 25 minutos, ficou a centímetros de distância do passe de João Mário, quando o avançado apareceu solto no segundo poste. Depois de meia-hora de intensa pressão, o Benfica conseguiu reagir e entrar duas vezes a grande área, mas Luís Ribeiro travou os intentos adversários, com o resultado a não sofrer alteração até ao intervalo.
No regresso dos balneários, o adversário voltou mais acutilante em termos ofensivos, com vários remates ao lado da baliza «leonina», mas o Sporting foi lesto a reagir e a voltar a dominar a bola e a controlar o jogo. José Lopes, aos 59 minutos, apareceu solto, após pontapé de canto, e cabeceou cruzado com a bola a passar a centímetros do poste direito. O jogo baixou então de ritmo, com muitas bolas perdidas a meio-campo, mas sempre com o Sporting a procurar jogar de forma organizada e o adversário a tentar responder em contra-ataque. Aos 75 minutos, o guarda-redes benfiquista transformou um livre indirecto, a punir um fora-de-jogo «verde e branco», que entrou na baliza de Luís Ribeiro, mas, como mandam as regras, o golo não foi validado pois a bola não tocou em ninguém na sua trajectória. Este lance teve o condão de voltar a animar a partida, em que árbitro usou sempre um critério demasiado largo na apreciação dos lances, e Agostinho Cá a estar muito perto do golo aos 79 minutos, mas o seu forte remate de fora da área voltou a ser defendido pelo guardião encarnado.
Até ao final, o Sporting tentou tudo para entrar na área contrária, acabando em 4x2x4, perante um adversário cada vez mais recolhido defensivamente e preocupado na obtenção do ponto.



O Sporting não foi além de um empate na recepção ao Benfica (0-0), numa partida em que não conseguiu transformar em golo as oportunidades criadas.

O Sporting começou a partida imprimindo um ritmo forte na circulação da bola entre os sectores, embora a primeira grande oportunidade para marcar tenha surgido de uma bola parada, quando José Lopes transformou rapidamente um livre lateral, isolando Armindo Bangna que, frente ao guarda-redes contrário, não conseguiu colocar a bola dentro da baliza.
João Mário (20 m), e na sua segunda tentativa de fora da área, remata forte e ao ângulo, mas o Ederson Morais conseguiu desviar para a barra e manter o nulo inicial. O Sporting atravessava o seu melhor momento na primeira parte, com vários cantos e cruzamentos para a área, perante um adversário que se limitava a defender e a chutar a bola para longe. Alberto Coelho, aos 25 minutos, ficou a centímetros de distância do passe de João Mário, quando o avançado apareceu solto no segundo poste. Depois de meia-hora de intensa pressão, o Benfica conseguiu reagir e entrar duas vezes a grande área, mas Luís Ribeiro travou os intentos adversários, com o resultado a não sofrer alteração até ao intervalo.
No regresso dos balneários, o adversário voltou mais acutilante em termos ofensivos, com vários remates ao lado da baliza «leonina», mas o Sporting foi lesto a reagir e a voltar a dominar a bola e a controlar o jogo. José Lopes, aos 59 minutos, apareceu solto, após pontapé de canto, e cabeceou cruzado com a bola a passar a centímetros do poste direito. O jogo baixou então de ritmo, com muitas bolas perdidas a meio-campo, mas sempre com o Sporting a procurar jogar de forma organizada e o adversário a tentar responder em contra-ataque. Aos 75 minutos, o guarda-redes benfiquista transformou um livre indirecto, a punir um fora-de-jogo «verde e branco», que entrou na baliza de Luís Ribeiro, mas, como mandam as regras, o golo não foi validado pois a bola não tocou em ninguém na sua trajectória. Este lance teve o condão de voltar a animar a partida, em que árbitro usou sempre um critério demasiado largo na apreciação dos lances, e Agostinho Cá a estar muito perto do golo aos 79 minutos, mas o seu forte remate de fora da área voltou a ser defendido pelo guardião encarnado.
Até ao final, o Sporting tentou tudo para entrar na área contrária, acabando em 4x2x4, perante um adversário cada vez mais recolhido defensivamente e preocupado na obtenção do ponto.
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